Protestos afetam transporte de leite e outros alimentos no RS

Diariamente, 12,5 milhões litros são captados em propriedades rurais do Estado

O protesto de caminhoneiros chegou ao terceiro dia nesta quarta-feira e, além de atingir 39 cidades, afeta o transporte de leite e outros alimentos no Rio Grande do Sul. O Sindilat relatou hoje que está preocupado com as manifestações porque os caminhões estariam paralisados nas mobilizações.

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Com os veículos presos, a retirada de leite de 65 mil propriedades rurais fica prejudicada. Diariamente, 12,5 milhões de litros são captados em fazendas do Rio Grande do Sul. A Aurora Alimentos também divulgou que irá paralisar as atividades de processamento de aves e também de suínos por conta dos protestos. A iniciativa se estende aos estados de Santa Catarina e Mato Grosso do Sul.

A General Motors (GM) afirmou ontem que suspendeu as atividades de transporte de carros para as concessionárias em função das manifestações.

Protesto na Refap 

Em Esteio, integrantes da mobilização contra o aumento do diesel e de outros combustíveis, decidiram realizar uma manifestação em frente à Refinaria Alberto Pasqualini (Refap). O ato foi protagonizado por motoristas que trabalham com aplicativos. O movimento começou com 20 veículos e 30 pessoas, mas deve crescer ao longo do dia.

Com informações dos repórteres Mauren Xavier e Guilherme Kepler, do portal de notícias CP.

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