Justiça suspende o processo de impeachment do prefeito de Porto Alegre

Marchezan nega irregularidades e diz que o objetivo é tirá-lo do processo eleitoral Foto: Anselmo Cunha/PMPA

A Justiça suspendeu, na manhã desta terça-feira (1º), em decisão liminar, a tramitação do processo de impeachment do prefeito de Porto Alegre, Nelson Marchezan Júnior, na Câmara de Vereadores.

O juiz Cristiano Vilhalba Flores, da 3ª Vara da Fazenda Pública da Capital, reconheceu que o prefeito não teve amplo direito para a defesa. Com a decisão, o processo fica suspenso até o julgamento do mérito da ação, que ainda não tem data marcada.

Marchezan alega que houve “ilegalidade e abuso de poder” na condução do processo no Legislativo municipal.

O uso de recursos do Fundo Municipal de Saúde para pagamento de gastos com publicidade é a base para o pedido de impeachment do prefeito, protocolado na Câmara Municipal em 31 de julho.

“Este processo de impeachment, que nos tira qualquer direito de defesa e manifestação, que atropela os ritos, só tem o objetivo de me constranger e me tirar do processo eleitoral”,  afirmou Marchezan após a divulgação do relatório da Câmara de Vereadores favorável à denúncia contra ele.

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