Leandro,Graciele, Edelvânia e Evandro são condenados

Cinco anos após a morte do menino Bernardo Uglione Boldrini, a justiça deu a sentença. Nesta sexta-feira (15), o pai, a madrasta, a assistente social e o seu irmão foram condenados pelo Conselho do Júri.

O pai Leandro Boldrini foi condenado por unanimidade por homicídio qualificado de motivo torpe, fútil, dissimulação, ocultação de cadáver e falsidade ideológica.Foi sentenciado a um total de 33 anos e 8 meses de reclusão, em regime fechado. São 30 anos e 8 meses por homicídio, 2 anos por ocultação de cadáver e 1 ano por falsidade ideológica.

A madrasta Graciele Ugulini foi condenada por homicídio de motivo torpe, fútil, emprego de veneno, dissimulação e ocultação de cadáver.Foi sentenciada a 34 anos e 7 meses de prisão em regime fechado, sendo: 32 anos e 8 meses por homicídio e 1 ano e 11 meses por ocultação de cadáver. Foi relatada a frieza emocional, insensibilidade e dissimulação da madrasta de Bernardo e a confissão da ocultação de cadáver.

A assistente social Edelvânia Wirganovicz foi condenada por homicídio e ocultação de cadáver.Foi condenada a 23 anos de reclusão, inicialmente em regime fechado. Destes, 21 anos e 4 meses pelo homicídio e 1 ano e 6 meses por ocultação de cadáver. Ela também estava presa desde 2014.

E Evandro irmão de Edelvânia, foi condenado a 9 anos e seis meses de prisão, sendo 8 anos por homicídio simples e 1 ano e 6 meses por ocultação de cadáver. Preso desde maio de 2014, ele irá cumprir o restante da pena em regime semiaberto.
Os sete jurados responderam a nove perguntas para cada um dos réus. O julgamento durou cinco dias e foi proferido pela juíza Sucilene Engler Werle.

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