Décima Primeira Edição da Cavalgada de Integração Cultural termina com final feliz

Hélio Pereira mantém viva a tradição da tropeirada e nos permitem conhecer um pouco mais de nossa cultura DIVULGAÇÃO Foto: FACEBOOK

Hélio Pereira chega ao fim de mais uma tropeirada nessa última terça-feira (10), percorrendo mais de 200 km de estrada com suas mulas, bruacas e peçuelos.
Hélio foi recebido, juntamente com Evandro Grasmann, seu companheiro de viagem, pelos alunos e pela professora e diretora Vera, na escola Municipal Maurício Cardoso, da localidade da Linha Pinheiro e pelas representantes do Turismo, Cultura, e Comunicação: Anelise Mansan, Marta Trevisan Schmidt e Tainara Sanna no Centro de Informações Turísticas de Maquiné.

Durante a Tropeada, Senhor Hélio e companheiros de viagem levaram cartas dos alunos da escola municipal Maurício Cardoso da localidade da Linha Pinheiro. Os alunos foram incentivados pela professora e diretora Vera, apoiadora do movimento Tropeiro. A correspondência será encaminhada para escolas e Secretários de Cultura dos Municípios de Riozinho e São Francisco de Paula, simbolizando a prática realizada pelos tropeiros a 301 anos atrás.

A saga da tropeirada

No dia 5 de julho, ainda pela manhã, Hélio Pereira iniciou a sua a tropeirada, partindo em direção ao distrito de Barra do Ouro, onde aconteceu o descanso dos animais e dos tropeiros. À tarde, seguiu viagem na companhia do amigo Evandro Grasmann com destino a Serra da Boa Vista.
No segundo dia desceu uma serra “picada”, com parada na Cascata do Chuvisqueiro para descanso dos companheiros e logo chegou no Município de Riozinho, onde fez o pouso.
No sábado, 7 de julho, subiu a Serra em direção ao Parque de Rodeios de Caconde.

Dia 8 de julho seguiram até São Francisco de Paula.

Na segunda-feira, dia 9, iniciaram o retorno, descendo e subindo serras “picadas”, passando pelo Sumidouro, com descanso em Santa Tereza, no Rincão dos Kroeff.

Descendo a Serra do Umbu, pousaram na localidade de Cerrito, já em Maquiné, nas cabanas do próprio Hélio Tropeiro.

O último dia de “sofrimento” aconteceu nesta terça-feira (10). Neste período, Hélio levou cultura nas bruacas e peçuelos, passando por percursos nos quais veículos não trafegam, sem o auxílio de carro de apoio.
ADO ANDRADE

 

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