MORTE – INTERVALO ENTRE DOIS ATOS DA VIDA

É secular o temor da humanidade ao fenômeno natural “morte”. Decorrente da falta de estudo e esclarecimento sobre o fato, pois o desconhecido traz consigo o medo, a maioria das pessoas, prefere evitar falar sobre o assunto na expectativa de que assim, estarão imunes àquilo que para todos é inevitável.

A Ciência já tem trazido comprovações sobre a vida espiritual após a vida material, pois que somos seres imortais, dotados de corpo físico e corpo espiritual, ao que chamamos de ALMA.

Por séculos ouvimos e seguimos a ideia simplista de céu e inferno, desconsiderando o amor do Criador para com suas criaturas. É sabido que essas situações, independentemente de local, são o estado em que nos encontramos de acordo com atos e vibrações mentais. Nós construímos o ambiente a que nos vinculamos.

Modernamente a psicologia tem tratado o assunto de terapia de vidas passadas, deparando-se com comprovações e esclarecimentos de traumas pessoais atuais, com raízes em vidas anteriores.

Somos hoje o resultado de nossa caminhada espiritual, que terá para o futuro, o acréscimo do estágio presente. Assim se procedem a evolução intelectual e moral de toda a humanidade, queiramos ou não, aceitemos ou não. Todos estamos interligados pelas Leis Naturais. As Leis de Deus!

Mal explicada, mal estudada e mal entendida conforme conveniências perpetuadas no decorrer dos tempos, de modo a frear impulsos humanos naturais, aliada às leis humanas, a morte se apresenta como fim, o que não se confirma, pois representa apenas o fecho de um ciclo para o Espírito imortal.

É improcedente, assim, o temor que temos da morte. Ela existe como breve período na trilha que conduz cada um e todos, à condição de pureza, nosso destino final. Representa o fechar e abrir das cortinas entre um ato e outro de uma peça de teatro. A peça da própria vida!

Pelo entendimento que vamos adquirindo sobre o tema, é forçoso que mudemos nosso proceder em relação ao futuro, uma vez que estamos hoje corrigindo desvios do passado e certamente, no amanhã, teremos oportunidade de reparar as faltas cometidas hoje.

Não por acaso que Jesus nos alerta: “Reconcilia-te com teu adversário enquanto estás a caminho!”.

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