CARIDADE

Quando dizemos “dai-nos o pão de cada dia…”, estamos pedindo egoisticamente só para nós outros, ou lembramos igualmente daqueles menos favorecidos de recursos materiais?

Imaginemos que fossemos a CARIDADE, percorrendo as ruas e bairros de nossa cidade. Qual seria a constatação? Como seríamos reconhecidos? E especialmente como agiríamos nessa situação?

Questões que nos levam a reflexões sobre o relacionamento de cada ser vivente: com Deus, seu semelhante e consigo mesmo. Temos condições de sermos felizes se em torno de nós transitam famintos, vestidos com farrapos, sem tetos, sem famílias, como que abandonados à própria sorte?

A caridade não tem religião, posição social, cor, nacionalidade, ou preferências políticas. Não precisa de escolaridade, mas necessariamente deve possuir coração amoroso e dedicado ao semelhante. Tem sensibilidade para aconchegar em seus braços a criança desnutrida, abraçar aquele ser solitário, olhar com amor o animal abandonado. Ver, sentir e proceder como verdadeiro amigo e companheiro de Jesus.

Nesses dias de baixas temperaturas, fazemos o convite para, corajosamente, exercermos a caridade, olhando com olhar generoso os que nos buscam auxílio, minimizando suas dores materiais, aquelas que percebemos, mas, mais ainda, suavizando suas dores e feridas morais, aquelas que são invisíveis aos nossos olhos, mas que podemos avaliar estão plasmadas em suas almas, pelo fato de serem pedintes do necessário para sobrevivência.

Embora estejamos em posições e estágios evolutivos diferenciados, é dever cristão, estender a mão àqueles que Deus colocou próximos de nós na expectativa de que os olhássemos como verdadeiros irmãos.

É sabido que esses seres que passam privações no Plano Material estão reparando erros do passado e que cumprida a tarefa, retornam à Pátria Espiritual, em condições favoráveis, inclusive para interceder em benefício daqueles que deles se compadeceram enquanto revestidos de corpo carnal.

Somos todos filhos do mesmo Pai, criados para rumar à angelitude, condição que alcançaremos segundo nossas ações; quer individual, quer em grupo. Existem caminhos… Basta escolhermos aquele que mais nos convenha!

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